"Criar brinquedos divertidos que possam viver em nossas mesas usando fontes de energia que respeitem o ambiente" - eis o lema da Desk Pets, empresa que produz robôs alucinados movidos a USB.
O objetivo é simplesmente trazer um pouco de diversão em ambientes povoados por burocracia e ar condicionado. Os robôs pulam, correm, reagem a diversos estímulos e, claro, derrubam o que estiver pela frente.
Atualmente, estão disponíveis quatro modelos: Solar Pet Rock (uma "pedra" sensível a luz), GoBot (um robô que pula), Skitterbot (uma baratinha corredora) e Trekbot (criatura com duas rodas). A bateria deles é carregada via USB, e todos são comandados por controle remoto (com exceção da pedra solar).
Alguns vídeos mostram o funcionamento dos pequenos robôs. Assim como a baratinha que sai correndo, eles não fazem nada sobrenatural, mas podem ser uma boa aquisição para "descontrair o ambiente".

Lucas Miranda Dourado Nunes
Cursando Computação 2010.2
UEPB-Paraíba.
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O Core i7 vem aí...

E se os sites fossem animais? Ilustrador dá as respostas


O ilustrador e humorista Caldwell Tanner resolveu fazer uma comparação entre animais e alguns dos sites mais populares da internet. Nessa espécie de "jogo do bicho" da web, Google, YouTube, MySpace e outros entraram na roda.
Segundo Tanner, o YouTube é um gato: divertido de observar, e muito bom para roubar seu tempo. O Google é tão fiel quanto um cachorro, e o MySpace é um peixe de aquário que ninguém sabe como ainda está vivo, já que você o abandonou há alguns anos. Confira no College Humor todas as ilustrações com legendas em inglês, e veja outros trabalhos de Tanner em seu site pessoal.




Lucas Miranda Dourado Nunes   
Cursando Computação 2010.2
UEPB-Paraíba


Pendrive 'mosquito': para espetar no PC e nunca mais se preocupar



Não é um pássaro, não é um avião, mas também não é um inseto - apesar de lembrar um mosquito no nome e ser pequeno a ponto de se perder por aí. O MosKeyto é um pendrive formado, basicamente, por uma tampa para a extremidade USB.
Tão pequeno que parece ser um pedaço quebrado de outros pendrives, não é? Conectado ao PC, ele ocupa pouco espaço (6 milímetros "para fora" da porta USB) e pode até ficar guardado ali mesmo. O pendrive está disponível em versões de 4GB e 8GB (US$ 17,99 e US$ 27,99, respectivamente), mas nenhuma delas inclui o mosquito ilustrativo da imagem acima.

Lucas Miranda Dourado Nunes
Cursando Computação 2010.2
UEPB-Paraíba 

Chip resolve problema das baterias fracas de smartphones

Um novo chip para smartphones (telefones inteligentes) que está sendo desenvolvido na Universidade da Califórnia deverá melhorar a eficiência de celulares com a ajuda do chamado silício negro, transístores subutilizados em microprocessadores modernos. 
Na semana passada, cientistas da computação apresentaram o GreenDroid, o novo protótipo do chip em uma conferência em Palo Alto, nos Estados Unidos. 

 O silício negro é como são chamadas aquelas enormes áreas dos transistores existentes nos chips que são subutilizadas por não existir energia capaz de usar todos eles ao mesmo tempo. 
O GreenDroid vai permitir um desempenho melhor por meio de processadores especializados feitos de silício negro. Esses processadores são projetados para usar pedaços de código, chamados de “código quente”, do sistema operacional para smartphones Android, do Google. 
Os cientistas da computação Michael Taylor e Steve Swanson, chefes da pesquisa, dizem que os estudantes da universidade já estão "desenvolvendo um chip com vários núcleos, a última tecnologia em processadores e em smartphones". 
Embora os fabricantes de chips produzam tipos parecidos de processadores manualmente, os cientistas criaram um sistema totalmente automatizado, que gera modelos de processadores especializados, chamados núcleos de conservação, a partir do código-fonte dos aplicativos. 
Os núcleos de conservação do GreenDroid usam 11 vezes menos energia por instrução do que o processador de um aplicativo para celular, alcançando uma eficiência 7,5 vezes maior. 
Segundo os pesquisadores, à medida que os aplicativos para celular ficam mais sofisticados passam a exigir mais da bateria. Segundo eles, os núcleos de conservação resolvem esse problema. 
Os pesquisadores usaram o silício negro para criar circuitos especializados em tarefas muito realizadas por aplicativos de celulares inteligentes, como os navegadores da web, software para e-mail e tocadores de música. 
Os cientistas escolheram um smartphone para desenvolver o protótipo do chip porque os celulares são a nova plataforma dominante do mercado.

Lucas Miranda Dourado Nunes
Cursando Computação 2010.2
UEPB-Paraíba